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Política de Comunicação 10

Memória e acervo pensados como políticas institucionais

Assunto foi abordado por representantes do Cidarq, da Biblioteca e do Museu Antropológico da UFG

Texto: Camila Godoy

Fotos: Ana Fortunato

Memória e Acervo Institucional foi o tema do Encontro Temático da Política de Comunicação da UFG que ocorreu na manhã desta quinta-feira (13/10), no auditório da Faculdade de Informação e Comunicação (FIC). O evento, coordenado pela diretora do Centro de Informação, Documentação e Arquivo da UFG (Cidarq), Heloísa Esser, contou com exposições da diretora do Sistema de Bibliotecas da Universidade, Maria Silvério, da diretora do Museu Antropológico, Dilamar Cândida, e do servidor do Cidarq, Nilton Souza, que abordaram as realidades comunicacionais vivenciadas em seus locais de trabalho.

Maria Silvério apresentou dados sobre o funcionamento das nove bibliotecas da UFG e seus acervos, que, segundo ela, possui mais de 377 mil livros, entre outros materiais digitais e multimídias. "A Universidade produz diversos documentos todos os dias, sejam administrativos ou científicos, e é por meio deles que ela constrói sua história. Sendo assim, precisamos cada vez mais preservar essas informações", defendeu. A diretora também abordou os principais desafios para os profissionais da área, que precisam acompanhar os avanços tecnológicos e promover o acesso à informação.

Seminário Política de Comunicação

Diretora do Sistema de Bibliotecas da UFG, Maria Silvério expôs serviços oferecidos pela instituição

O arquivista do Cidarq, Nilton Souza, fez um levantamento dos principais marcos legislativos brasileiro referentes ao acesso a documentos e apresentou ações institucionais que valorizam a memória. Segundo ele, a criação do Portal da Transparência, da Lei de Acesso à Informação e das políticas de Governança Digital e de Dados Abertos aprimoraram a cultura da transparência pública no Brasil, fomentando o controle social e o desenvolvimento de novas tecnologias.

Nilton Souza também falou sobre três ações da UFG que buscam fortalecer a memória brasileira e institucional. Para tanto, destacou uma parceria da instituição com o Arquivo Nacional, em que a Universidade contribuiu com o acervo do Centro de Referência das Lutas Políticas no Brasil, instituição que reúne informações sobre os fatos da história política recente do país. No âmbito institucional, Nilton Souza abordou o Projeto 50 anos da Faculdade de Educação, em que o Cidarq trata, digitaliza e disponibiliza documentos da faculdade sobre a história dos câmpus da UFG e do Estado de Goiás, e a Casa da Memória, um espaço aberto ao público que abriga exposições promovidas pela Universidade e também móveis, fotos e documentos da Justiça Federal.

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Ações institucionais de preservação de memória foram apresentadas por Nilton Souza, servidor do Cidarq

Já realidade do Museu Antropológico foi o tema da palestrante Dilamar Cândida, diretora da unidade, que contextualizou as atividades desenvolvidas pelo órgão e apresentou as formas que ele utiliza para preservar seu acervo. "O Museu é uma instituição permanente, aberta ao público, sem fins lucrativos e que merece a atenção de todos. Com um acervo riquíssimo, é uma pena que alunos passem pela universidade sem conhecê-lo. Lá nós trabalhamos com extensão, pesquisa e, depois da criação do curso de Museologia, também englobamos o ensino", afirmou. Ela também apresentou a estrutura organizacional do museu e o processo de criação das políticas de gerenciamento de acervo e de uso do espaço.

Fonte : Ascom UFG

Categorias : política de comunicação Última hora

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